Pela primeira vez, a Petite Jolie marcou presença no São João de Caruaru, em Pernambuco, em uma ação que reforça a aproximação da marca com o público nordestino. A estreia na maior festa junina do Brasil contou com a participação de nomes ligados à cultura da região, entre eles Eslovênia Marques e Adma Andrade, vocalista da banda Limão com Mel.
Com duração para todo o período junino, a ação integra a estratégia da marca de fortalecer sua presença no Nordeste, região que atualmente representa seu principal mercado consumidor. Ao longo do mês, a Petite Jolie promoverá experiências voltadas ao público e convidados em um lounge exclusivo montado na festa.
Segundo Fábio Vogt, gerente de marketing da Petite Jolie, a participação no evento vai além da exposição da marca. “O São João de Caruaru representa muito mais do que uma grande festa popular, é uma celebração da cultura, da identidade e da alegria do povo nordestino. A Petite Jolie escolheu Caruaru justamente pela grandiosidade e relevância do evento, que hoje é reconhecido nacionalmente como um dos maiores e mais tradicionais São João do Brasil”, afirma.
Fábio conta que a estreia da marca no evento também reforça a importância de estar mais próxima dos consumidores nordestinos. “Estamos buscando nos conectar cada vez mais com os nossos clientes. Para nossa marca, estar presente nesse cenário é uma forma de fortalecer a conexão com a comunidade local, que possui enorme importância para o crescimento da Petite Jolie na região”, diz.
Para Débora Dias, especialista em marketing de influência e diretora da Influence Group, iniciativas como essa refletem uma mudança na forma como as marcas têm se relacionado com eventos culturais e com o público nordestino. “Essas ações mostram como o mercado passou a olhar para o Nordeste de forma mais estratégica. E é um diferencial quando as marcas entendem a festa e enxergam o evento como parte da identidade cultural do Nordeste, não apenas como uma oportunidade sazonal”, explica.
De acordo com a especialista, a conexão com o público depende cada vez mais da capacidade das empresas de compreender o contexto cultural em que estão inseridas. “Não se trata apenas da visibilidade que a festa oferece, mas da oportunidade de estar presente em um espaço que faz parte da identidade cultural da região. Quando essa participação acontece de forma conectada ao contexto local, ela tende a gerar mais identificação e proximidade com o público”, declara.
