A fotografia documental tem o poder de registrar histórias, culturas e pessoas de forma sensível e autêntica. Esse é o caminho trilhado pela fotógrafa Míriam Ramalho, que construiu uma trajetória marcada por expedições fotográficas em diferentes partes do mundo e pela dedicação à fotografia de rua.
Carioca, Míriam Ramalho é formada em Artes Plásticas e Letras. Desde 2014, participa de expedições fotográficas ao lado de renomados fotógrafos, percorrendo diversos países em busca de narrativas visuais que revelam diferentes culturas e modos de vida.

Entre os destinos registrados por sua câmera estão Vietnã, Índia, China, Benin, Togo, Guatemala, Etiópia, Mianmar, Camboja, Gabão e Malawi, países que inspiraram parte significativa de sua produção artística.
Ao longo de sua carreira, participou de diversas exposições coletivas e conquistou premiações em concursos nacionais e internacionais de fotografia. Seu trabalho também ganhou forma em publicações editoriais, com quatro livros lançados pela Editora Origem: Benin (2020), Etiópia (2022), Gabão (2024) e Malawi: Dzaleka Refugee Camp (2025), reforçando seu compromisso com a fotografia documental e o registro de histórias humanas.

O trabalho de Míriam Ramalho também integra a exposição “O Papel na Arte”, promovida pela AVA Galeria, que reúne artistas plásticos e fotógrafos em uma proposta que valoriza a diversidade de linguagens e a criatividade por meio do papel como suporte artístico.
Com curadoria de Edson Cardoso, a mostra apresenta ao público diferentes olhares sobre a arte contemporânea, criando um diálogo entre fotografia e artes visuais. A participação de Míriam reforça sua trajetória dedicada à fotografia documental, levando ao espaço expositivo imagens que refletem sua sensibilidade na construção de narrativas visuais e no registro de diferentes culturas ao redor do mundo.
Instagram: @miriam__ramalho
