Flores selvagens: uma celebração da magia que une crianças

3 min. leitura

Premiado com o Eisner, o Oscar das Histórias em Quadrinhos, Ricardo Liniers é o herdeiro de uma linhagem de artistas argentinos. Inspirado por uma foto em que as três filhas observam uma floresta em Yucatán, no México, o cartunista deu vida a Flores selvagens, lançamento da VR Editora.

É a terceira obra de Liniers protagonizada por Matilda, Clementina e Emma. Na narrativa, as três irmãs estão perdidas na floresta de uma ilha misteriosa e encontram tudo que a criatividade permite, como flores selvagens, gorilas em miniatura e até dragões furiosos. Ao longo dos quadrinhos, o pequeno leitor entende que a história é sobre a capacidade de imaginar e seu poder mágico em unir as crianças.

Noções sobre sentimentos também circulam o enredo da narrativa, já que medo e insegurança, por exemplo, são emoções esperadas por crianças perdidas em uma ilha deserta. Para além da literatura, a história sobre laços e afetos construídos entre os pequenos a partir da imaginação deve virar uma animação produzida pela ViacomCBS.

Flores selvagens completa a trilogia inspirada nas irmãs. Além de “Os sábados são como um grande balão vermelho” e “Boa noite, Planeta”, que ganhou o Prêmio Eisner, Liniers é também autor de “Escrito e desenhado por Enriqueta”, todos publicados pela VR Editora.

FICHA TÉCNICA:

Título: Flores selvagens
Autor: Ricardo Liniers
Editora: VR Editora
ISBN: 978-65-86070-52-1
Páginas: 40 páginas
Formato: 15 x 23 cm
Preço: R$ 52,16
Links de venda: https://vreditoraloja.com.br/produto/infantojuvenil/flores-selvagens/

SINOPSE: Três irmãs estão perdidas na floresta de uma ilha misteriosa. E vão encontrar com flores falantes, gorilas em miniatura e dragões furiosos. Flores selvagens é uma celebração da mágica que une as crianças. Uma história sobre o poder da imaginação.

Sobre o autor: Ricardo Siri Liniers, ou somente Liniers, é um dos mais prestigiados cartunistas da atualidade. Nascido em Buenos Aires, ficou conhecido por Macanudo, tirinhas diárias publicadas no jornal La Nación. Seus personagens cruzaram fronteiras e ficaram famosos também no Brasil. Premiado com o Eisner, o Oscar das Histórias em Quadrinhos, em 2018, é o herdeiro de uma refinada linhagem de artistas argentinos, como Quino, Mordillo e outros. Vive em Vermont, nos Estados Unidos, com sua companheira e três filhas inspiradoras.

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