A força carioca do Symphonic Metal conquistou a Europa e mostra que a Revengin chegou para ficar
A Revengin, banda carioca de Symphonic Metal fundada em 2008, vive um momento de ascensão internacional com o lançamento de “Dark Dogma Embrace”. O trabalho marca uma nova fase na trajetória do grupo, que desde o início se destacou por mesclar o peso do Heavy Metal com a sofisticação das orquestrações sinfônicas.
O primeiro EP, “Synergy Through The Ashes” (2009), já havia revelado a essência da banda e conquistado público e crítica. Dois anos depois, o álbum “Cymatics” levou o quinteto à primeira turnê europeia, abrindo caminho para uma carreira sólida fora do Brasil. Desde então, a Revengin vem chamando atenção pela ousadia das composições e pela capacidade de unir intensidade e melodia em seus projetos.
Com Dark Dogma Embrace, gravado no Tellus Studio e produzido em parceria com Caio Mendonça e Rômulo Pirozzi, o grupo apresenta uma sonoridade mais obscura e profunda, incorporando sintetizadores e sequenciadores sem perder a base sinfônica que caracteriza sua identidade. “Dark Dogma Embrace é uma virada porque ele não foi pensado para agradar expectativas. Ele foi pensado para refletir exatamente quem nos tornamos. É o álbum onde paramos de provar quem somos e simplesmente somos”, explica a vocalista Bruna Rocha.

Os singles lançados em 2025, “Circle of Mistakes”, “Decadent Feeling” e “Wish You The Same But Worse”, ganharam videoclipes com estilo de cinema, reforçando a proposta artística de unir música e imagem em uma experiência completa. Para Bruna, essa atmosfera mais sólida surgiu de forma espontânea: “A obscuridade não foi uma decisão estética, mas um reflexo do momento que vivíamos. As composições nasceram mais densas, mais cruas, e entendemos que não fazia sentido suavizar isso. A atmosfera do álbum é quase orgânica”.
A ousadia sonora também se reflete na incorporação de elementos modernos. “O peso da Revengin não é só guitarra ou bateria, mas é atmosfera, é tensão, é entrega. Os sintetizadores e sequenciadores vieram para ampliar essa experiência, não para substituir nada”, afirma a vocalista.
Em 2025, a banda iniciou uma turnê europeia que passou por países como Áustria, Hungria, Romênia, Eslováquia, Polônia e República Tcheca, recebendo grande receptividade do público. A segunda parte da tour está prevista para o primeiro semestre de 2026.
Com a formação estável de Bruna Rocha no vocal, Thiago Contrera na guitarra e vocais guturais, Themys Barros na guitarra, Diego Pirozzi no baixo e Nacife Jr na bateria, a Revengin se firma como um dos grandes nomes do Symphonic Metal no Brasil. Reconhecida por veículos especializados e indicada a prêmios importantes do estilo, a banda mostra que sua música alcança públicos além das fronteiras e segue mirando objetivos ainda maiores.
Saiba mais em @revengin.
