Imigração nos EUA: incerteza eleva busca por ajuda profissional

Redação
6 min. leitura

Camila Segalotti analisa os impactos das recentes mudanças e o papel da transparência no setor imigratório

As políticas de imigração dos Estados Unidos voltaram ao centro do debate internacional em 2025. A retomada de medidas mais rígidas nas fronteiras, as revisões de vistos e o aumento das fiscalizações têm criado um ambiente de incerteza tanto para quem sonha em viver no país quanto para os profissionais que atuam na área.

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De acordo com relatório do Federal Reserve de Dallas, o número de imigrantes não autorizados que cruzaram a fronteira caiu 82% entre dezembro de 2024 e março de 2025. O dado reflete o endurecimento da política migratória após a volta de Donald Trump à Casa Branca. Já o Washington Post aponta que os EUA podem registrar, pela primeira vez em mais de cinco décadas, migração líquida negativa — ou seja, mais pessoas saindo do país do que entrando.

Essas mudanças impactam diretamente os processos legais. Categorias de vistos de trabalho e investimento enfrentam prazos mais longos, enquanto os pedidos de asilo têm registrado queda nas aprovações. Segundo relatório da Ernst & Young, o cenário global de imigração tornou-se “mais complexo e regulado”, exigindo das empresas e dos imigrantes maior atenção às regras e aos procedimentos de compliance.

Importância da informação confiável

Para a consultora registrada no estado de Utah, Camila Segalotti, que é especialista em imigração, a nova fase exige clareza e responsabilidade de quem presta informações e suporte geral em imigração.

“Quando o contexto muda, o risco aumenta. Mais do que nunca, é fundamental comunicar com transparência sobre as opções existentes e o que o solicitante pode esperar em termos de tempo de processamento”, explica.

O ator e empresário Henri Castelli, que também vivenciou o processo imigratório, reforça que a desinformação é um dos principais desafios.

“Muitas pessoas tomam decisões baseadas em promessas irreais ou informações que não refletem o que realmente está previsto nas normas. A pressa por respostas rápidas acaba abrindo espaço para golpes e frustrações”, afirma.

Ambos estão à frente da Castelli & Segalotti Immigration, consultoria sediada em Utah que acompanha de perto as transformações do setor.

Ética como antídoto para a incerteza

Em alguns estados dos EUA, como Utah e Califórnia, consultores de imigração precisam manter registro oficial, seguro de responsabilidade civil e contratos bilíngues. A American Bar Association e órgãos estaduais alertam que o número de fraudes e práticas ilegais tem aumentado, especialmente por parte de pessoas não autorizadas.
A recomendação é sempre verificar as credenciais, exigir contrato escrito e desconfiar de promessas de resultado garantido.

“Em momentos de instabilidade, a ética deixa de ser uma virtude e se torna uma necessidade. Informar com honestidade é o que mantém o cliente confiante e o mercado saudável”, reforça Camila.

Planejamento e preparo

O novo contexto mostra que imigrar para os EUA requer planejamento cuidadoso. Profissionais qualificados continuam sendo bem-vindos, mas o processo está mais técnico e rigoroso.
Consultorias especializadas que atuam com transparência e conformidade ganham destaque por ajudar imigrantes e empresas a evitar erros ou atrasos desnecessários.

“Não existe fórmula pronta. O que existe é estudo, preparo e compromisso ético. A confiança nasce da informação correta e do respeito à transparência.”, conclui Camila.

O futuro da imigração

Com o avanço da fiscalização e as incertezas políticas, o mercado de consultoria imigratória tende a se profissionalizar ainda mais.
A transparência, antes vista como diferencial, tornou-se exigência.

Em meio a mudanças e discursos polarizados, cresce a percepção de que o resultado de um processo de imigração depende menos de sorte e mais de suporte ético, informativo e responsável.
Num cenário em constante transformação, buscar suporte profissional e informações baseadas em fontes oficiais tem se mostrado essencial para quem deseja compreender melhor o processo e tomar decisões com segurança e consciência.

Camila Segalotti, atuando sob o nome comercial Castelli & Segalotti Immigration, Corp — Profissional registrada na Divisão de Proteção ao Consumidor do Estado de Utah, em conformidade com o §13-49-201(1)(a) do Código de Utah.

NOTA: Henri Castelli não está envolvido na prática de consultoria imigratória e não atua como consultor de imigração. Ele não é um consultor registrado e não presta qualquer tipo de assessoria ou serviço relacionado à imigração. Sua participação na Castelli & Segalotti Immigration é estritamente limitada às estratégias de marketing da empresa. Todos os serviços de consultoria são prestados exclusivamente por profissionais devidamente qualificados e registrados.

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