Tratamento ajuda a evitar tromboses e AVC, mas exige monitoramento para reduzir riscos
Com o avanço da idade, aumentam também os riscos de doenças cardiovasculares e de eventos tromboembólicos, como trombose e acidente vascular cerebral (AVC). Nesses casos, o uso de medicamentos anticoagulantes costuma ser indicado para evitar a formação de coágulos no sangue. No entanto, entre pessoas com 60 anos ou mais, o tratamento exige cuidados específicos e acompanhamento médico regular para equilibrar benefícios e possíveis riscos.
Os anticoagulantes são medicamentos que reduzem a capacidade de coagulação do sangue, ajudando a prevenir a formação de trombos que podem obstruir vasos sanguíneos e causar complicações graves. Eles são frequentemente prescritos para pacientes com condições como fibrilação atrial, histórico de trombose venosa profunda, embolia pulmonar ou após algumas cirurgias cardíacas.
Segundo a médica hematologista Dra. Morgani Rodrigues, cofundadora do canal Longidade, esses medicamentos desempenham papel fundamental na prevenção de eventos potencialmente fatais. “Os anticoagulantes são extremamente importantes para evitar a formação de coágulos que podem levar a complicações graves, como AVC ou embolia pulmonar. Em muitos casos, eles salvam vidas, especialmente em pacientes com fatores de risco cardiovasculares”, explica.
Apesar dos benefícios, a especialista alerta que o uso desses medicamentos requer atenção especial no público longevo, principalmente, devido ao maior risco de sangramentos. Isso ocorre porque o organismo passa por mudanças naturais com o envelhecimento e muitas pessoas desse grupo também utilizam outros medicamentos, o que pode aumentar as interações medicamentosas.
“Na terceira idade, é comum que o paciente tenha outras doenças e faça uso de vários medicamentos ao mesmo tempo. Por isso, o acompanhamento médico é essencial para avaliar doses, possíveis interações e o risco de sangramentos”, afirma a hematologista.
Entre os principais sinais de alerta estão sangramentos nas gengivas, presença de sangue na urina ou nas fezes, manchas roxas frequentes na pele e sangramentos prolongados após pequenos cortes. Caso esses sintomas apareçam, é fundamental procurar orientação médica.
Outro ponto importante é que o uso de anticoagulantes exige disciplina do paciente. Em alguns casos, é necessário realizar exames periódicos para monitorar o efeito do medicamento no organismo e ajustar a dose quando necessário. Além disso, hábitos de vida também podem interferir no tratamento.
“A automedicação e a interrupção do tratamento por conta própria são atitudes perigosas. O paciente nunca deve suspender ou alterar a dose sem orientação médica, porque isso pode aumentar significativamente o risco de trombose”, alerta a Dra. Morgani Rodrigues.
Com orientação adequada e monitoramento contínuo, os anticoagulantes podem trazer mais segurança e qualidade de vida aos pacientes que precisam desse tipo de tratamento.
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Médica Geriatra Polianna Souza
Médica geriatra pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
Formação em Cuidados Paliativos pela Asociacion Pallium Latinoamerica
Formação pelo Curso Avançado em Oncologia Geriátrica pela Sociedade Internacional de Oncologia Geriátrica (SIOG)
Áreas de atuação em Dor e em Cuidados Paliativos pela Associação Médica Brasileira-AMB
Sócia fundadora da Oncogeriatria Brasil Ensino
Nutróloga Andrea Pereira
MD, PhD
Médica Nutróloga do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein
Cofundadora da ONG Obesidade Brasil;
Cofundadora do canal Longidade;
Doutorado pela Endocrinologia da UNIFESP em Obesidade e Cirurgia Bariátrica;
Pós-doutorado pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa;
Autora do livro “Dieta do Equilíbrio: a melhor dieta anticâncer”.
Membro do Comitê de Bioética do HIAE.
Coordenadora do Comitê Multiprofissional da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Médica Hematologista Morgani Rodrigues
Médica Hematologista e do Transplante de Medula Óssea do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE)
Médica responsável pelo Ambulatório Multidisciplinar de seguimento pós-transplante de medula óssea e de doença do enxerto contra o hospedeiro no Hospital Israelita Albert Einstein
Mestre em Ciências da Saúde na área de Envelhecimento pelo Hospital Israelita Albert Einstein
Especialização em Neurociência pela Universidade de São Paulo (USP)
Membro da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea – SBTMO.
Membro da Sociedade Internacional de Oncogeriatria – SIOG
Curso Avançado em Oncologia Geriátrica pela Sociedade Internacional de Oncologia Geriátrica (SIOG) e pela Univtà Cattolica del Sacro Cuore, Roma – Itália.
Especialista em Neurocomunicação Jotta Junior
Administrador de Empresas
MBA em Gestão Empresarial
Empresário na área de Marketing e Consultoria em negócios
Proprietário da Akademy Marketing – Agência de Marketing
Professor Universitário em disciplinas de marketing e empreendedorismo
Ortopedista Dr. Sérgio R. Costa
Formação em Medicina pela Escola Paulista de Medicina-UNIFESP, 1992-1997.
Especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT e Associação Médica Brasileira
Especialização em Cirurgia do Joelho e Artroscopia – Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/HSP
Pós-graduação-Mestrado em medicina, Ortopedia – IOT da FMUSP, 2013.
Membro de sociedades nacionais e internacionais:
– Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia–SBOT | Sociedade Brasileira de Cirurgia de Joelho-SBCJ | Sociedade Brasileira de Artroscopia-SBA
– Sociedad Latinoamericana de Artroscopía, Rodilla y Traumatología Deportiva – SLARD | Internacional Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine- ISAKOS | American Academy of Orthopaedic Surgeons – AAOS
Oncologista Dra. Daniélle Mauricio Cabral Amaro
Médica oncologista formada pela Faculdade de Medicina do ABC
Especialização em oncogeriatria pela International Society of Geriatric Oncology (SIOG)
Pós- graduada e Mestre em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium Larinoamérica e
University of Vic – Central University of Catalonia (UVic).
Psicólogo Francisco Carlos Gomes
Mestre em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC- SP
Psicólogo Clínico e Logoterapeuta
Coordenador do grupo de pesquisa “O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido” – Labô – PUC-SP.
Pesquisador do grupo Diálogos da Diáspora: Racismo/Antissemitismo LABÔ – PUC – SP.
Fundador e diretor clínico do Núcleo de Logoterapia AGIRTRÊS.
